Camilo Lobo Santos - 17/09/1984
Nasceu em Feira de Santana, reside em Salvador, Bahia

De 2007 até hoje, Camilo fotografou mais de 30 países. Voltou ao Brasil em 2012, para o Rio de Janeiro, e desde 2017 mora em Salvador. São 18 anos trabalhando com fotografia, 12 com cinema/vídeo e 10 com produção musical, trazendo bastante experiência para qualquer ambiente de trabalho, em qualquer lugar do mundo.

Participou de exposições coletivas para o projeto Distant Neighbors, do fotógrafo alemão Micha Ende, no Centro Cultural da Justiça Federal (2014), e na Pequena Galeria (RJ), com retratos dos produtores culturais cariocas (2014). Desde essa época colabora com cineastas como Leon Sampaio em muitas produções audiovisuais, dentre elas o longa Gente Bonita, contemplado no edital de audiovisual da FUNCEB em 2014 e apresentado nos festivais IX Janela Internacional de Cinema e XII Panorama Internacional Coisa de Cinema, e com Victor Uchôa, sendo diretor de fotografia para o Festival Rumpilezz na última apresentação do maestro Letieres Leite, fazendo imagens no curta Contragolpe e no piloto Onda Negra, projeto de documentário sobre a praia da Onda em Salvador e os surfistas negros que a surfam (contemplados pelo Prêmio Riachão – Projetos de Pequeno Porte), além de colaborar com o premiado documentarista francês Pascal Plisson em seu documentário Nós Temos Um Sonho, de 2023.

Fotografou para publicações independentes como Ornitorrinco, Revista Ocas, e também grandes publicações como Rolling Stones Germany; jornais como Folha de São Paulo, O Globo, Estadão, A Tarde; portais como BBC, G1, Terra, Dialogue Earth.

Camilo é retratista com 18 anos de experiência atravessando sua carreira. Retratou artistas como Gabriel Pardal para os livros “Carnavália” (Ed. Oitoemeio, 2011) e “Ornitorrinco” (Ed. Oitoemeio, 2012), Maria Rezende para o livro “Carne de Umbigo” (Independente, 2014), Larissa Luz para a turnê Maquinafro (2014), Mariana Nunes para a Aso International (2014). Hoje, aposta em projetos que dialoguem com sua pesquisa de identidade autoral e sua jornada para sair da invisibilidade social, provocada por uma prática preconceituosa que acostumou seu entorno a marginalizar suas opiniões, sentimentos e posicioná-las mais distante do epicentro de discussões contemporâneas importantes, para além de temas como raça e sexualidade. O termo "homem negro invisível" pode ser aplicado como uma medida de leitura das obras do artista, sendo “Menos Eu" uma forma de posicionar sua opinião de homem negro como última numa fila de opiniões vindas do espectro socioeconômico atual.
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